Projeto de Incentivo à Permanência de Estudantes Cotistas, do Centro de Estudos Afro-Orientais(CEAO/UFBA)

Objetivo Geral
Consolidar o Programa de Ações Afirmativas da UFBA.

Objetivos específicos:
- Ampliar as oportunidades de permanência na universidade para alunos negros, de escola pública e de baixa renda,
estimulando o desenvolvimento de habilidades que serão de fundamental importância durante sua formação acadêmica;
- estimular o conhecimento da história e cultura afro-brasileiras;

As(Os) estudantes freqüentam os mais variados cursos: História, Pedagogia, Farmácia, Engenharia Mecânica, Química, Letras, Administração, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Secretariado Executivo, Comunicação, Design, etc...

AÇÕES DESENVOLVIDAS

Bolsa-auxílio mensal (R$ 300,00), durante 4(quatro) meses (semestre acadêmico)
Cursos de Inglês, Produção de Textos e de Informática
Oficina Discutindo Inclusão e Cidadania – ciclo de debates com a participação de lideranças de organizações negras e de terapeuta ocupacional (expressão corporal)
Mostra de Cinema da Diáspora – mostra de filmes relacionados à temática étnico-racial.

domingo, 17 de maio de 2009

Divergências adiam votação do Estatuto da Igualdade Racial

Brasília, 14 de Maio de 2009 - Há 121 anos em busca do reconhecimento à igualdade com o restante dos brasileiros prevista em 13 de maio de 1888, quando a princesa Isabel assinou a Abolição da Escravatura no país, a população negra terá que aguardar mais uma semana pela votação do Estatuto da Igualdade Racial, adiada ontem para a próxima quarta-feira. Entre outras medidas, o texto reconhece a capoeira como esporte nacional, proíbe a exigência de fotos em currículos, criminaliza o preconceito racial na internet e fixa cotas para negros em programas de televisão e comerciais, além de garantir à população remanescente de quilombos o direito à terra historicamente ocupada. Os dois últimos pontos são considerados os mais polêmicos, e elevaram a temperatura ontem na Comissão Especial criada na Câmara para analisar o assunto, provocando um bate-boca entre os deputados Carlos Santana (PT-RJ) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

Presidente da comissão encarregada de proferir um parecer sobre o projeto de lei, Santana reconhece que os dois pontos são polêmicos, mas defende as cotas e garante que elas serão aprovadas.

"Elas são fundamentais para rever os anos de escravidão. É um resgate histórico desses 400 anos. E tanto as cotas quanto a questão quilombola vão passar no Plenário, pois essa é a posição do governo e somos maioria", aposta.

O democrata Lorenzoni, integrante da comissão, diz concordar com 95% do projeto, mas não com os dois polêmicos pontos. O deputado critica a implementação das cotas como ações afirmativas e diz que, sem mudanças, a política de acesso à terra prevista no projeto corre o risco de beneficiar pessoas não descendentes dos quilombolas.

"O problema do estatuto é a racialização da população brasileira: a pessoa tem que se declarar negra para acessar cotas. Mas nossa sociedade não é racializada, somos um país de mestiços. O problema do Brasil não é de cor de pele, mas de pobreza", avalia Lorenzoni. "E reconhecer a posse da terra àqueles que não a ocupavam entre 1888 e 1988, quando a Constituição foi promulgada, é institucionalizar a esperteza, o que os espertos fizeram dos anos 90 para cá ao demandar terras de quilombos que não existiam.

Manifestação social

A questão é tão polêmica que suscitou uma guerra de manifestos. Intelectuais, artistas, acadêmicos e anônimos assinaram textos a favor e contra o projeto de lei. De um lado, os que acusam o documento de ameaçar os princípios constitucionais de igualdade entre os cidadãos brasileiros. De outro, aqueles que defendem que o estatuto abre caminho para uma sociedade mais igualitária.

Para o sociólogo e cientista político Simon Schwartzman, pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, do Rio de Janeiro, as desigualdades entre brancos e negros existem, mas o caminho para eliminá-las não seria a criação de leis como o estatuto que aguarda votação.

"As desigualdades devem ser combatidas com políticas sociais adequadas, com base em educação e emprego, e não em raça. O critério deve ser a necessidade das pessoas, assistir quem está em situação ruim, independentemente da cor da pele. Isso é inconstitucional, mas fazer políticas sociais é constitucional", defende Schwartzman.

Militante do movimento negro e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (UnB), o professor Nélson Inocêncio critica a postura de alguns acadêmicos contrários às cotas.

"Há opiniões fundamentadas não em pesquisas, mas em achismo - ataca o professor, mas contém a empolgação ao comentar a possível aprovação do estatuto", disse Inocêncio. "Talvez devêssemos negociar mais. Como está, tenho dúvidas que ele seja vantajoso, uma vez que o projeto foi muito picotado e muitas coisas estão se perdendo. Já aprovaram os estatutos do idoso e da criança e do adolescente, mas o da igualdade ficou, por causa dessa falácia, desse mito da democracia racial. Basta um olhar mais crítico no cotidiano urbano para perceber que os negros não estão presentes nos espaços de prestígio e poder", acrescentou.

(FONTE: Gazeta Mercantil/14/05/2009, Caderno A, pág. 9 - Norma Moura)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

UNE promove 2º Encontro Nacional de Estudantes Negros, Negras e Cotistas

Um espaço privilegiado de debate econvergência sobre os impactos da adoção de Políticas de Ações Afirmativas paraa população afrodescendente no ensino superior brasileiro.
Assim pode serdefinido o Encontro Nacional de Estudantes Negros, Negras e Cotistas da UNE(ENUNE).
A segunda edição do evento acontece entre os dias 5 e 7 de junho na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Segundo o Diretorde Combate ao Racismo da UNE, Herlom Miguel, o ENUNE é um importante espaço de formação e vai privilegiar debates em torno do acesso e permanência dos estudantes negros e negras ao ensino superior.
A expectativa é de um excelente encontro com universitários e secundaristas de diversas regiões do país, afirma o diretor.
"O MovimentoEstudantil tem como responsabilidade pautar na agenda política brasileira estaque é talvez a mais antiga e grave nuance da questão social do Brasil – o racismo. As ações de combate ao racismo precisam ser acompanhadas de uma série de outras medidas universalizantes para reformarem a educação secundária e universitária", disse Herlom Miguel.
As informaçõessobre alojamento, inscrições e organização podem ser obtidas através dos emails: enune2009@gmail.com,miguelbahia@gmail.com,liliane@gmail.com; além do blog da Diretoria de Combate ao Racismo daUNE

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ações afirmativas (Targino de Araújo Filho e Petronilha B. G. Silva)

TENDÊNCIAS/DEBATES

Ações afirmativas

TARGINO DE ARAÚJO FILHO e PETRONILHA BEATRIZ GONÇALVES E SILVA


Como se vê na UFSCar, o compromisso social não impede a excelência acadêmica; ao contrário, incentiva avanços

EM SEUS 39 anos de existência, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) tem estabelecido metas com vistas a orientar seus talentos e suas potencialidades para a construção de qualidade acadêmica aliada a compromisso social.
Esse compromisso social que a instituição se atribui tem feito com que integrantes seus, oriundos de grupos que a sociedade historicamente marginaliza, busquem compreender e apoiar demandas e iniciativas de movimentos e ações sociais.
Como universidade pública, a UFSCar busca ter representada a diversidade social e étnico-racial da sociedade, e não apenas atender grupos que detêm historicamente o poder econômico, usufruem dos instrumentos mais sofisticados para se educarem, selecionam as informações a serem divulgadas pelos meios de comunicação e criam estratégias para excluir cidadãos que não pertencem a seus grupos. Dessa forma, tais grupos mantêm desigualdades e emperram iniciativas para que todos sejam iguais em direitos.
Em dezembro de 2006, os conselhos Universitário e de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovaram o Programa de Ações Afirmativas (PAA) da UFSCar. A aprovação ocorreu após debates e estudos pela comunidade acadêmica, iniciados em 2005.
O PAA operacionaliza o previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSCar, com a finalidade de promover o acesso ao ensino superior de grupos que têm sofrido perdas provocadas por discriminações, marginalização, desigualdades.
Ao adotar o ingresso por reserva de vagas para egressos do ensino médio público e, dentre estes, para negros (pretos e pardos) e indígenas, a UFSCar busca coerência com sua missão de instituição pública.
A reserva de vagas para negros, que vem causando tanta indignação da parte de alguns, foi adotada pela UFSCar com a finalidade de corrigir desigualdades que têm mantido os negros marginalizados dos direitos devidos a todos os cidadãos, entre eles o de educação em todos os níveis de ensino.
E por que reparação? Estudos divulgados a partir de 2001, notadamente pelo Ipea, mostram constante defasagem de escolaridade, ao longo dos séculos 20 e 21, entre homens e mulheres negros e brancos, com acentuada desvantagem para os negros. Além disso, no século 20, coube principalmente às famílias negras e ao movimento negro criar oportunidades de educação para suas crianças, adolescentes, jovens e adultos.
Julgamentos precipitados, relações étnico-raciais muito tensas, atitudes geradas por racismo e falsa convivência cordial impedem medidas para a real democratização da educação.
É importante salientar que se classificar preto ou pardo, no Brasil, é escolha política, uma vez que ser, parecer e dizer-se branco pode trazer reconhecimento, acolhimento fácil em muitas instâncias da sociedade.
Diante desse quadro, a portaria que dispõe sobre a implantação do ingresso por reserva de vagas na UFSCar institui como forma de identificação de cor/raça (preto ou pardo) a autoidentificação. No caso de contestação, solicita-se ao candidato que apresente documento próprio, dotado de fé pública, que faça alusão à sua cor/raça preta ou parda, ou que apresente documento de um de seus ascendentes diretos (pai ou mãe) em que conste ser, ele, preto ou pardo.
Cabe esclarecer que raça, na categoria cor/raça, não se refere, é claro, a um conceito biológico -este, aliás, desde há muito superado. Está se referindo à construção social de raça que, por meio de atitudes agressivas, desqualifica pessoas negras. Mas também se refere à afirmação do pertencimento étnico-racial que permite às pessoas negras enfrentar as consequências do racismo.
É bom lembrar que, no cotidiano, o termo raça é utilizado para indicar características físicas -entre outras, cor da pele, tipo de cabelo, feições do rosto. A utilização estereotipada do termo influencia, interfere e até mesmo determina o lugar social dos sujeitos no Brasil.
É importante, para concluir, destacar que, ao final do primeiro ano de implantação da reserva de vagas na UFSCar, constatou-se, por meio de análises estatísticas rigorosas, que o rendimento acadêmico dos ingressantes pela reserva de vagas foi igual ao dos demais estudantes -e em três cursos o rendimento foi superior.
Como se vê, o compromisso social não impede a excelência acadêmica; ao contrário, incentiva avanços.

TARGINO DE ARAÚJO FILHO é docente do Departamento de Engenharia de Produção e reitor da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). Foi pró-reitor de extensão da universidade (1997 a 2004).
PETRONILHA BEATRIZ GONÇALVES E SILVA é professora titular de ensino-aprendizagem - relações étnico-raciais da UFSCar, pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e coordenadora do grupo gestor do Programa de Ações Afirmativas da universidade.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br


quarta-feira, 29 de abril de 2009

Carta de Salvador - BA

A Sociedade Civil Organizada, reunida em Salvador/BA nos dias 14, 15 e 16 de abril de 2009, na 2a. Conferência Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, partindo da assertiva de que a Constituição Federal (incisos I, III e IV), tem como objetivos fundamentais a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, assim como erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação e considerando que:

I - O último senso realizado pelo IBGE, Salvador é a capital mais negra do mundo fora da África, com cerca de 83,7% de habitantes afrodescendentes;

II – O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA traz, através de pesquisa, a informação de que, desde o ano de 2008, a população negra representa maioria da população brasileira e que, na Bahia, essa representação chega a 77% do Estado;

III – O Projeto de Lei da Câmara (PLC) n.º 180, de 2008, aprovado na Câmara Federal e hoje em tramitação no Senado Federal, que dispõe sobre a reserva de vagas para o acesso de estudantes negros, pardos e índios nas universidades federais e estaduais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio representa um importante resgate da dívida social, contemplando a igualdade social e a diversidade étnica;

IV – A política de cotas, como ação afirmativa, vem suprir as dezenas de omissões e descasos históricos do poder público na área da educação em nosso País;

V – A ausência de efetividade de políticas públicas, que impeçam o racismo e promovam a integração dos afrodescendentes, geraram reflexos negativos na superação das desigualdades sociais no Brasil, constituindo a PLC n.º 180/2008 o meio mais legítimo e democrático de consolidação de valores como a ética, justiça social e solidariedade;

Resolvem:

a) Apoiar, de forma irrestrita, o Projeto de Lei da Câmara n.º 180/2008;

b) Encaminhar a presente Carta de Salvador aos Senhores Congressistas, em especial aos Senhores Senadores da República, componentes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), na pessoa do Sr. Presidente, Senador Demóstenes Torres, reiterando a sensibilização em relação ao tema e solicitando a aprovação da Projeto de Lei da Câmara n.º 180/2008, com a rejeição do Projeto de Lei do Senado (PLS) n.º 344/2008.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Brasil defende ações afirmativas contra racismo na ONU

O Brasil conseguiu incluir a defesa de ações afirmativas no projeto do acordo da conferência contra o racismo da Organização das Nações Unidas (ONU). A inclusão do tema está sendo considerada uma vitória diplomática pelo Itamaraty. Mas organizações não-governamentais (ONGs) se queixam do comportamento do Brasil, alegando que o País foi "silenciado" em questões sobre o racismo.

Na segunda-feira, a ONU realiza a conferência contra discriminação racial em Genebra, na Suíça. Será uma revisão do encontro realizado em 2001 em Durban, na África do Sul, para tratar do tema. Os negociadores apresentaram ontem o que esperam que seja a última versão do texto. Hoje, em Genebra, diplomatas se reunirão para tentar aprovar a declaração e evitar que a conferência acabe se tornando um enfrentamento.

O Itamaraty apresentou a sugestão de que a ONU recomende que ações afirmativas sejam adotadas pelos governos. A Europa deixou claro, nos bastidores, que não aceitava a discussão, já que questões como o estabelecimento de cotas são vistas em Bruxelas como uma "discriminação às avessas". Ontem, o rascunho do acordo acabou trazendo a referência às ações afirmativas, ainda que com uma redação mais branda. O Itamaraty afirmou estar "satisfeito" com o resultado.

Segundo o texto, governos são incentivados a adotar "medidas, estratégias ou ações afirmativas e positivas para permitir que vítimas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância garantam seus direitos civis, culturais, econômicos, políticos e sociais". Os europeus insistiram para que as ações afirmativas fossem apenas mais uma entre as várias estratégias. O Brasil aceitou.

Porém, as ONGs não ficaram satisfeitas. "O Brasil em 2001 era líder de um processo e encarava qualquer batalha. Hoje, estamos a reboque dos demais', atacou Jurema Werneck, da entidade Criola. Para ela, "os governos estão tentando aprovar uma nova declaração para parecer que estão fazendo algo". "Em Durban, o Brasil era vocal e defendia seus interesses. Hoje, está recuado", afirmou Guacira Oliveira, do Centro Feminista de Estudo e Assessoria.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Estudantes selecionados para a turma 2008.2

1. Aline Santos Ferreira
2. Antônia Ramos Teixeira Neta
3. Cecília de Santana Mota
4. Cristiane Costa Santana
5. Danielle Oliveira Santos
6. Edson Carlos Ferreira Carneiro
7. Emilly Sales Sala Gomes
8. Enusque Fernando Souza Oliveira
9. Gabriela Moraes Leal
10. Hamilton da Conceição Santos
11. Ivana Regina Santos Pacheco
12. Jérsica Assis Logado
13. Joance de S. Coelho
14. Josiele Sales dos Santos
15. Leilane Oliveira das Neves
16. Lisbela Lessa Cohen Braga
17. Marcela Silva de Jesus
18. Marisa Aguiar de Santana
19. Milena Vaz Sampaio Santos
20. Moema da Silva Chastinet
21. Naiara Nascimento do Carmo
22. Nandalle Vieira da Silva
23. Narla Denise R. Fernandes
24. Paula Cristina de Souza Silva
25. Priscila Santos Melo
26. Quelinoádia Lima dos Santos
27. Raquel Santos de Oliveira
28. Renê Santos Salomão
29. Ricardo Gomes de Souza e Silva
30. Vagner Silva dos Anjos
31. Vivian Carine Fernandes Sena
32. Viviane de Souza Bispo
33. Wilma Silva Bastos

CEAO/UFBA seleciona, para cadastro de reserva, Professor(a) de Inglês - BA

O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO/UFBA) seleciona, para cadastro de reserva:

PROFESSOR(A) DE INGLÊS, para o Projeto de Incentivo à Permanência de Estudantes Cotistas, que visa complementar os estudos de estudantes ingressos na UFBA através do sistema de cotas para estudantes oriundos da rede pública de ensino

PERFIL:
· Experiência docente de 1(um) ano na área
· Formação em nível superior na área
· Domínio da Língua Portuguesa
· Disponibilidade para trabalho aos sábados

FORMAÇÃO ACADÊMICA: Graduação em Língua Estrangeira - Inglês

ATRIBUIÇÕES:
· Planejar os conteúdos e atividades do curso sob sua responsabilidade – Inglês Básico (80 horas);
· Ministrar aulas;
· Avaliar e emitir relatório de desempenho dos estudantes;
· Participar das reuniões de coordenação.

LOCAL DE TRABALHO: Centro de Estudos Afro-Orientais ou outra unidade de ensino da UFBA
DURAÇÃO DO CONTRATO: 3(três) meses
PAGAMENTO: R$ 30,00 (trinta reais) a hora-aula
SELEÇÃO: análise do currículo, da proposta de curso e entrevista (somente serão convidados para a entrevista os(as) candidatos(as) que preencherem os pré-requisitos exigidos).
Os(As) interessados(as) deverão comparecer ao CEAO, portando o Curriculum Vitae com comprovação de escolaridade e das experiências profissionais, até o dia 24/04/2009 (sexta-feira), das 9 às 17 horas. Procurar Profª Zelinda ou Lucylanne.