Projeto de Incentivo à Permanência de Estudantes Cotistas, do Centro de Estudos Afro-Orientais(CEAO/UFBA)

Objetivo Geral
Consolidar o Programa de Ações Afirmativas da UFBA.

Objetivos específicos:
- Ampliar as oportunidades de permanência na universidade para alunos negros, de escola pública e de baixa renda,
estimulando o desenvolvimento de habilidades que serão de fundamental importância durante sua formação acadêmica;
- estimular o conhecimento da história e cultura afro-brasileiras;

As(Os) estudantes freqüentam os mais variados cursos: História, Pedagogia, Farmácia, Engenharia Mecânica, Química, Letras, Administração, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Secretariado Executivo, Comunicação, Design, etc...

AÇÕES DESENVOLVIDAS

Bolsa-auxílio mensal (R$ 300,00), durante 4(quatro) meses (semestre acadêmico)
Cursos de Inglês, Produção de Textos e de Informática
Oficina Discutindo Inclusão e Cidadania – ciclo de debates com a participação de lideranças de organizações negras e de terapeuta ocupacional (expressão corporal)
Mostra de Cinema da Diáspora – mostra de filmes relacionados à temática étnico-racial.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

CEAO/UFBA seleciona, para cadastro de reserva, Professor(a) de Português - BA

O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO/UFBA) seleciona, para cadastro de reserva:

PROFESSOR(A) DE PRODUÇÃO DE TEXTOS, para o Projeto de Incentivo à Permanência de Estudantes Cotistas, que visa complementar os estudos de estudantes ingressos na UFBA através do sistema de cotas para estudantes oriundos da rede pública de ensino.

PERFIL:
· Experiência docente de 1(um) ano na área
· Formação em nível superior na área
· Domínio da Língua Portuguesa
· Disponibilidade para trabalho aos sábados

FORMAÇÃO ACADÊMICA: Graduação em Letras Vernáculas

ATRIBUIÇÕES:
· Planejar os conteúdos e atividades do curso sob sua responsabilidade – Produção de Textos (80 horas);
· Ministrar aulas;
· Avaliar e emitir relatório de desempenho dos estudantes;
· Participar das reuniões de coordenação.

LOCAL DE TRABALHO: Centro de Estudos Afro-Orientais ou outra unidade de ensino da UFBA
DURAÇÃO DO CONTRATO: 3(três) meses
PAGAMENTO: R$ 30,00 (trinta reais) a hora-aula
SELEÇÃO: análise do currículo, da proposta de curso e entrevista (somente serão convidados para a entrevista os(as) candidatos(as) que preencherem os pré-requisitos exigidos).
Os(As) interessados(as) deverão comparecer ao CEAO, portando o Curriculum Vitae com comprovação de escolaridade e das experiências profissionais, até o dia 24/04/2009 (sexta-feira), das 9 às 17 horas. Procurar Profª Zelinda ou Lucylanne.

CEAO/UFBA seleciona, para cadastro de reserva, Professor(a) de Informática - BA

O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO/UFBA) seleciona, para cadastro de reserva:

PROFESSOR(A) DE INFORMÁTICA, para o Projeto de Incentivo à Permanência de Estudantes Cotistas, que visa complementar os estudos de estudantes ingressos na UFBA através do sistema de cotas para estudantes oriundos da rede pública de ensino.

PERFIL:
· Experiência docente de 1(um) ano na área
· Formação em nível técnico ou superior na área
· Domínio da Língua Portuguesa
· Disponibilidade para trabalho aos sábados

FORMAÇÃO ACADÊMICA: Graduação em Ciências da Computação ou área afim

ATRIBUIÇÕES:
· Planejar os conteúdos e atividades do curso sob sua responsabilidade – Informática Básica (60 horas);
· Ministrar aulas;
· Avaliar e emitir relatório de desempenho dos estudantes;
· Participar das reuniões de coordenação.

LOCAL DE TRABALHO: Centro de Estudos Afro-Orientais ou outra unidade de ensino da UFBA
DURAÇÃO DO CONTRATO: 3(três) meses
PAGAMENTO: R$ 30,00 (trinta reais) a hora-aula
SELEÇÃO: análise do currículo, da proposta de curso e entrevista (somente serão convidados para a entrevista os(as) candidatos(as) que preencherem os pré-requisitos exigidos).
Os(As) interessados(as) deverão comparecer ao CEAO, portando o plano de curso (com conteúdos e atividades), Curriculum Vitae com comprovação de escolaridade e das experiências profissionais até o dia 24/04/2009 (sexta-feira), das 9 às 17 horas. Procurar Profª Zelinda ou Lucylanne.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Reitores: cotas ferem autonomia universitária

Qui, 02 de Abril de 2009 07:25

Demétrio Weber - O GLOBO

Presidente da Andifes diz que Constituição dá liberdade às instituições para que estabeleçam suas próprias regras

BRASÍLIA. A entidade que reúne os reitores das universidades federais anunciou ontem que é contra o projeto de lei de cotas em discussão no Senado.

Enquanto senadores divergem sobre a reserva de vagas para estudantes negros, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) considera que a proposta fere a autonomia universitária.

O presidente da Andifes, reitor Amaro Lins, participou da terceira e última audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça. Sem entrar no mérito sobre a adoção de ações afirmativas com base em critérios raciais ou socioeconômicos, ele argumentou que a Constituição dá liberdade às instituições para que estabeleçam suas próprias regras.

O reitor afirmou que mais de 30 universidades federais mantêm algum tipo de ação afirmativa.

A Universidade de Brasília reserva 20% das vagas para negros e pardos, enquanto a Universidade Federal de Pernambuco, da qual Amaro Lins é reitor, dá bônus de 10% no vestibular para alunos da rede pública.

- A proposta abre espaço para que várias outras ações possam vir a pôr abaixo tudo o que foi construído por nossas universidades - disse o presidente da Andifes.

O projeto em análise na CCJ já foi aprovado na Câmara e reserva 50% das vagas em universidades e escolas técnicas federais a alunos que tenham cursado o ensino médio na rede pública. O texto prevê subcotas para estudantes de baixa renda, negros, pardos e índios. As subcotas raciais variam em cada estado, conforme o percentual representado pelas etnias no total da população, segundo o IBGE.

Demóstenes é contra reserva de vagas para negros O presidente da comissão, Demóstenes Torres (DEM-GO), apresentará voto em separado.

Ele é contra a reserva de vagas para negros, sob o argumento de que estudantes pobres devem ter direito ao benefício, independentemente da cor. Demóstenes pensa em reduzir o percentual de vagas para cotas: - Vamos estudar até que ponto vai a autonomia universitária - declarou o senador.

- Os reitores estão dizendo que 50% mata a qualidade.

O ministro da Igualdade Racial, Édson Santos, defendeu as cotas: - Uma grande nação não se constrói em cima de desigualdades.

A universidade ganha abrigando a diversidade brasileira.

Sem políticas específicas para os negros, segundo Santos, o Brasil precisaria de pelo menos três décadas para superar as disparidades raciais, caso fosse mantido o ritmo de crescimento econômico anterior à crise.

O pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade e ex-presidente do IBGE Simon Schwartzman disse que a reserva de vagas beneficia poucas pessoas e põe em risco a qualidade do ensino: - Forçar a inclusão sem saber se o estudante vai concluir o curso é uma política populista.

Para o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, Ismael Cardoso, a subcota racial repara injustiças decorrentes da escravidão.

- O apartheid no Brasil foi muito mais silencioso. A universidade pública tem que servir à população.

FONTE: http://www.direitoshumanos.etc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=549:reitores-cotas-ferem-autonomia-universitaria-&catid=16:racismo&Itemid=167

domingo, 29 de março de 2009

CEAO prorroga inscrições do Projeto de Incentivo à Permanência - BA

O Projeto de Incentivo à Permanência de Estudantes Cotistas, do Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA (CEAO), cria oportunidades para que estudantes negros e de escola pública possam complementar os estudos, ampliando seus horizontes de conhecimento. Para a turma de 2009, 40 estudantes serão selecionados com base em critérios como: ser egresso da rede pública de ensino; ter ingressado na UFBA no semestre 2008.2; e estar em situação de vulnerabilidade social - negros, mulheres, com renda familiar de, no máximo, três salários mínimos. A seleção dos estudantes será baseada no critério de auto-identificação por cor, com prioridade para os autodeclarados negros e indígenas. Durante quatro meses, período de atividades do projeto, os estudantes receberão bolsa de estudo no valor de R$300,00 e participarão de cursos básicos de inglês, informática e produção de textos, além de oficinas e mostras de vídeo sobre a temática étnico-racial. O período de inscrição termina no dia 03 de abril. O início das atividades do projeto está marcado para 13 de abril. O projeto é apoiado pelo Fórum Interinstitucional em Defesa de Ações Afirmativas no Ensino Superior, coordenado pelo NEAB/UFSCar e pelo CEAO. Mais informações estão disponíveis no CEAO, pelos telefones (71) 3283-5519/5501/5502 (procurar a Profa. Zelinda ou Lucylanne).

quarta-feira, 4 de março de 2009

MP cobra a municípios cultura afro e indígena nos currículos

Municípios estão sendo cobrados pelo Ministério Público (MP) para incluir nos currículos das escolas o estudo sobre a história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros. A cobrança se dá por conta da Lei 10.639, de 2003, ampliada pela Lei 11.645, de 2008, que estabelece a obrigatoriedade da inclusão dessas temáticas no currículo do ensino fundamental e médio público e privado.

A não implantação da lei federal em algumas escolas do país fez com que municípios de alguns estados tivessem investigação oficial instaurada pelo MP com o intuito de constatar e acompanhar a inclusão do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e dos povos indígenas no currículo oficial das escolas.

Para assegurar o cumprimento da lei federal, os promotores de justiça estão requisitando dos gestores municipais informações sobre o currículo das escolas e sobre as providências adotadas para a implementação da lei. Essas ações do MP já foram constatadas em municípios de pelo menos 15 estados, entre eles, Pernambuco, Goiás, Pará, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo.

Assim, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta os municípios para que revejam o currículo das suas escolas de forma a atender o que estabelece a lei federal, adotando providências para a inclusão do conteúdo sobre a História e Cultura Afro-Brasileira e indígena, evitando assim a responsabilização dos gestores pelo descumprimento da lei.

O QUE? A cobrança se dá por conta da Lei 10.639, de 2003, ampliada pela Lei 11.645, de 2008, que estabelece a obrigatoriedade da inclusão do estudo sobre a história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros.

ALERTA: os municípios precisam rever o currículo das escolas de forma a atender o que estabelece a lei federal, adotando providências para a inclusão destes conteúdos, evitando assim a responsabilização dos gestores pelo descumprimento da lei.

josé ricardo
http:valeuzumbivaleu.blogspot.com

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Conexão de Saberes passa por avaliação

O projeto Conexão de Saberes será avaliado na próxima semana, em seminário promovido pelo Ministério da Educação, por representantes de 33 universidades federais e pela organização não governamental Observatório das Favelas. O projeto oferece bolsas de iniciação científica a estudantes de baixa renda matriculados em instituições federais de educação superior para que eles desenvolvam atividades de extensão.

O seminário terá início na segunda-feira, dia 2 de março, na Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), em Luziânia (GO), e se estenderá até quinta-feira, 5. Participam do projeto 2,2 mil alunos de graduação matriculados em 33 universidades.

De acordo com Leonor Franco, coordenadora de diversidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), além de avaliar as atividades do Conexão de Saberes, o seminário vai preparar uma agenda de ações afirmativas das universidades federais para o período até 2011. A agenda compreenderá temas como a reserva de vagas com base étnica e econômica e políticas de assistência estudantil (alimentação e habitação). O objetivo do projeto é a permanência, com sucesso, do estudante na universidade sem que ele perca o contato direto com a comunidade de origem.

Ao ingressar no Conexão de Saberes, o universitário assiste a aulas de inclusão digital e política, recebe informações sobre metodologia de pesquisa e extensão e ganha uma bolsa de iniciação científica — em 2008, era de R$ 300 mensais. Em contrapartida, desenvolve atividades em diversos programas. Entre eles, o Escola Aberta, pré-vestibular para alunos de baixa renda em comunidades quilombolas ou indígenas. O estudante também participa da promoção de ações sociais e de saúde, especialmente para crianças e adolescentes, como prevenção ao uso de drogas e gravidez na adolescência.

Em 2009, o MEC vai lançar edital do projeto para as 57 instituições federais de educação superior. De 2004, quando foi criado, a 2008, o Conexão de Saberes passou de cinco para 33 universidades e de 75 para 2,2 mil estudantes.

Conexão de Saberes — evolução

Universidades Bolsistas
2004 (piloto) 5 75
2005 14 210
2006 26 520
2007 31 775
2008 33 2.200

O programa do seminário compreende debates de diversos temas e grupos de trabalho.

Ionice Lorenzoni

FONTE: http://portal.mec.gov.br/secad/index.php?option=com_content&task=view&id=12158&interna=6

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009